Curiosidades

O que é cerveja artesanal?

As cervejas artesanais são o resultado de um processo de produção minucioso e em menor escala, no qual se prezam a qualidade e a personalização.

A história da cerveja no Brasil.

A cerveja artesanal chegou com força ao Brasil com a vinda da família real portuguesa, no ano de 1808. Há relatos de que o rei Dom João VI era um apreciador da bebida e teria trazido vários tonéis de cerveja em suas embarcações.

Logo ao chegar, ele decretou a abertura dos portos às nações amigas, beneficiou exclusivamente a Inglaterra, o que significava que a cerveja consumida no Brasil era de origem britânica. Os ingleses dominaram o mercado das cervejas importadas até 1870.

Essas primeiras cervejas, após chegarem ao Brasil, foram denominadas "Cervejas da marca Barbante", devido ao seu alto grau de fermentação (era preciso amarrar barbantes em volta da rolha para que não soltassem).

Até o final da década de 1830, a cachaça era a bebida alcoólica mais popular do país. Além dela, eram importados licores da França e vinhos de Portugal. Nesse período, a cerveja já era produzida por aqui, mas por meio de um processo caseiro realizado por famílias cervejeiras. Em 1834, foi fundada a primeira cervejaria do Rio de Janeiro. Seu sucesso rapidamente despertou o interesse pela produção local de cerveja.

A etimologia da palavra "Quinta"

A palavra "QUINTA" deriva do latim "QUINTANA", que designava um pequeno mercado característico dos acampamentos militares romanos, localizado na rua (passagem entre as barracas) QUINTA, o seu número de ordem naqueles organizados assentamentos.

A aproximação ao conceito moderno de quinta ocorre no final da época medieval, quando a quinta é identificada com a reserva indominicata – a parcela das honras senhoriais diretamente explorada pelos senhorios – e adquire uma forte ligação à construção da casa, símbolo prestigiante da aplicação dos excedentes agrícolas num bem durável.

Entretanto, com o Renascimento assistimos ao nascimento da quinta de recreio, enquanto sinónimo de casa de campo e verdadeiro paradigma do jardim português.

Embora voltada ao cultivo de hortifruti, vinhas, campos cerealíferos, pastagem e até parcelas florestadas, a dimensão produtiva da quinta tem o sentido da amenidade campestre (locus amoenus), enquanto signo de uma vivência associada a gente de elevado estatuto social.

Além de Portugal, a designação de quinta apenas foi utilizada de modo sistemático na Ilha da Madeira e nos Açores.

No Brasil, as propriedades com características semelhantes receberam preferencialmente a designação de chácara e sítio.